terça-feira, 24 de abril de 2012

O Rosto do Amor


Li hoje pela manhã uma passagem belíssima de um romance delicioso chamado "um certo verão na Sicília" de Marlena de Blasi, a mesma autora de 1000 dias em Veneza. Vejam que belo; ..." Algumas vezes, um amor "não vivido" pode ser o melhor tipo de amor. Basta a gente colocar um rosto no amor para ser feliz com ele. O que ...provoca a loucura é não saber quem é seu amor, ou onde encontrar a mulher amada".
O rosto do amor portanto é aquele que você escolhe. Já sofri por amores não vividos, ou pelo menos, achava que eram amores. Com o tempo e com a experiência da vida vivida, vi que não eram amores, eram apenas neblina, uma distração que esconde a realidade.
a 12 anos descobri o rosto do amor e ele foi descoberto entre um olhar e outro, em um encontro inusitado, em uma situação imprevista e não programada. Ali, naquele momento descobri o rosto do amor, daquele que provavlemente é o amor do resto de meus dias.
Dizem que com o tempo o amor acaba, a paixão acalma e nos restam os dias de uma boa convivência, é a hora da cumplicidade e da segurança. Penso que não. A paixão, o amor, a cumplicidade são combinações que podemos fazer sempre, renovando os temperos, os aromas, os cheiros...o que deve permanecer é a vontade de redescobrir o sentido e o significado daquele rosto que pelo qual você um dia se apaixonou.
E se, um dia este rosto se for, quem disse que ele não pode ficra na sua memória afetiva para sempre?
Descubra o rosto do seu amor!

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