quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Nossa viagem pessoal


Nossa viagem é longa.
Atravessa o tempo.
Vivemos vidas, épocas e situações as mais variadas.
O instante em que esta viagem se encerra e quando ela recomeça nos foge do controle.
Vivemos como se buscássemos este cálice.
O cálice, não da imortalidade, mas da resposta sobre quando tudo acaba.
Fim?
Recomeço?
Tempos e movimentos. Apenas palavras e indagações? Não! Na verdade, deveriam ser. Ou não.
Para que fazê-las?
Faríamos algo de diferente? Começaríamos tudo de novo como se nada tivesse valido a pena.
Uma viagem é uma viagem. Traz os bons tempos e as tempestades. Traz o dia e a noite. O sol e a chuva.
O vento e a calmaria.
Tudo a seu tempo. Que tempo?
O que vem, o que passou ou o que está escapando aos dedos desatentos de nossas mentes inquietas.
Vá!
Solte seu balão!
Deixe ele ir e vá corrigindo o rumo aos poucos. Dê pressão no ar para subir. Jogue fora uns sacos para ele ficar veloz.
Feche os olhos.
Sonhe.
Siga.
Sempre em frente!

" ...anos mais tarde, conheci alguém que estava se preparando para partir em sua primeira grande viagem. "Perto dos lugares onde você vai, não é a grande coisa, comentou ela.
Depois outra pessoa escreveu dizendo que tinha visitado "apenas" vinte países. O quê Vinte países é muita coisa. Muitos nunca vão a lugar nenhum.
Abraçar coisas novas muitas vezes nos obriga a encarar nossos medos, por mais triviais que eles possam parecer. Lidar com o medo não é fingir que ele não existe, mas se recursar a deixar que ele controle as suas decisões. Quando você se arrisca em novos territórios pela primeira vez, isto sim é uma grande coisa". Citação do livro "A felicidade da busca" - jornadas que transformam nossas vidas" de Chris Guillebeau.

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